Arquivista não formada, sonhadora consumada. Um pouco de escritora frustrada, um pouco de musicista frustrada, um pouco de dançarina frustrada. Entre outras tantas coisas, gosto de viver com a possibilidade de fazer arte e gosto de quase toda arte, pois ópera me dá sono. Sempre me senti sem raízes, acredito que por conta das várias mudanças quando criança e mesmo depois de adulta. Gosto da segurança singela de um abraço apertado, de um beijo espontâneo de um olhar firme. Não sei e não ouso definir o que é ser amigo ou ser amor, acho que definições limitam o ser e o amar. Acredito em vida após a morte, mesmo que de vez em quando duvide de Deus. Acredito na vida, apesar de nos últimos tempos minha crença ser posta à prova quase que diariamente. Não acredito em pessoas que não riem, não acredito em amor a primeira vista e não acredito em tudo o que falo. Mas acredito no amor.