Um bocado de coisa

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Um Deus vilão em nossas vidas

Publicado por: Lidiane em: 17/07/2009

Olha, eu procuro sempre respeitar as opiniões alheias, só que têm coisas que simplesmente me deixam louca! Uma colega de trabalho encontrou no Innews um vídeo da esposa do Kaká, Caroline, onde ela diz ter feito um acordo para casar virgem. Eu fico pasma em como algumas pessoas não conseguem raciocinar sozinhas e se deixam [...]

Da crença que fraqueja

Publicado por: Lidiane em: 18/06/2009

Algumas cenas que vejo no dia-a-dia ficam marcadas, em flashes, na memória. Eu me lembro de uma manhã em que me dirigia ao trabalho, ainda com o MMM dentro de mim, em que o trânsito estava de matar de raiva. Buzinas, pessoas mal educadas e toda aquela parafernália absolutamente normal em cidades que começam a [...]

Alma cheirando a talco feito bumbum de bebê

Publicado por: Lidiane em: 02/06/2009

Que você, querido amigo, vá em paz e que encontre um palco no céu onde serás a mais bonita das estrelas. Fica a saudade. De ti, da tua voz rouca hiper sexy e das risadas de quando estavas perto. Um beijo imenso.

Da minha sogra

Publicado por: Lidiane em: 19/05/2009

A minha sogra foi criada por freiras em um colégio católico, logo, é daquelas católicas apostólicas romanas.Daquelas que a gente quase não encontra mais por aí.Há dias eu a ouço dizer que quer ir até a Basílica para comprar o cartaz do Círio deste ano.A minha sogra chorou quando Don Orani foi designado a ir [...]


Os dias

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Consolo na Praia

Vamos, não chores.
A infância está perdida.
A mocidade está perdida.
Mas a vida não se perdeu.

O primeiro amor passou.
O segundo amor passou.
O terceiro amor passou.
Mas o coração continua.

Perdeste o melhor amigo.
Não tentaste qualquer viagem.
Não possuis carro, navio, terra.
Mas tens um cão.

Algumas palavras duras,
em voz mansa, te golpearam.
Nunca, nunca cicatrizam.
Mas, e o humour?

A injustiça não se resolve.
À sombra do mundo errado
murmuraste um protesto tímido.
Mas virão outros.

Tudo somado, devias
precipitar-te, de vez, nas águas.
Estás nu na areia, no vento...
Dorme, meu filho.

[Carlos Drummond de Andrade]

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